Estudante esfaqueia professor em sala de aula após se sentir ofendido com reclamação.

O professor ficou ferido no lado esquerdo do rosto, no braço direito e no peito. O estado de saúde dele é estável.


Sala de Aula que o professor foi esfaqueado

Um estudante de 17 anos desferiu facadas contra um professor nesta quinta-feira (13) dentro da sala de aula numa escola de Ananindeua, região metropolitana de Belém (PA). Fotos que circularam nas redes sociais mostram muito sangue nos corredores da escola.

O caso ocorreu no início da noite na escola municipal Doutor Benedito Maia, localizada no conjunto Abelardo Conduru, bairro do Coqueiro.
O professor de português, identificado como Nuno André da Silva Nunes, de 37 anos, foi socorrido e deu entrada, às 20h18, no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência. O estado de saúde dele é considerado estável, de acordo com o hospital.
Segundo a polícia, a vítima teve ferimentos no lado esquerdo do rosto, no braço direito e no peito. Em depoimento, o professor disse que não sabe o motivo da agressão.
A prefeitura de Ananindeua informou que colegas de turma do adolescente disseram que, na noite da quarta-feira (12), ele se sentiu ofendido após receber uma reclamação do professor.
O adolescente foi conduzido à Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data), em Belém, onde foi registrado procedimento de auto de apreensão por ato infracional de lesão corporal. O real motivo da agressão ainda será investigado.
Em nota, a prefeitura de Ananindeua disse que acompanha o caso e que o estudante foi apreendido acompanhado dos responsáveis e do diretor da escola.

Veja mais imagens do local.


Corredor de Acesso a Sala de Aula

Corredor da Escola

Estudante que esfaqueou

Professor Nuno André da Silva / Foto: Divulgação

Fonte: G1 via AF Notícias



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1 Comentários

  1. Muito triste precisamos de respeito e segurança para trabalharmos olhe pra nos governo federal estadual e municipal a constituiçao. Garante. O nosso tabalho so falta o governo por em prática e os pais dar limite aos seus filhos e fazer parte da comunidade escolar.Além dos baixos salarios ainda corremos risco de vida e parece q não existimos mais so se chega a concretização de uma profissão pq nos estamos na luta do ensinar por favor sociedade nos apoio.Governo nos enxerguem.prof.Raimunda Britto Caxias.MA.

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